quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Vendas de material de construção caem 1,7% em novembro



SÃO PAULO - As vendas da indústria de materiais de construção tiveram queda em novembro de 1,7% em relação a outubro. Já no acumulado de onze meses, os dados da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) apontam crescimento de 2,5% em relação ao mesmo período do ano passado.
Ainda assim, o desempenho está abaixo dos 9% estimados no início do ano pela Associação. O presidente da Abramat, Walter Cover, atribui essa queda à desaceleração das obras dos programas de governo PAC e "Minha Casa Minha Vida", assim como à restrição do crédito e ao crescimento das importações.
Cover deverá se reunir hoje com ministro da Fazenda, Guido Mantega. A Abramat pleiteia maior desoneração fiscal, a execução mais intensa das obras dos programas de governo e ações de defesa comercial para o setor.

Fonte: AE - Agencia Estado

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Índice da Construção Civil aumenta 0,37%


O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou elevação de 0,37% em novembro na comparação com o mês anterior, após subir 0,38% em outubro, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 
O indicador, apurado em parceria com a Caixa Econômica Federal, desacelerou na comparação com novembro de 2010, quando teve alta de 0,69%. Entre janeiro e novembro deste ano, o aumento acumulado é de 5,52%, variação menor que a verificada no mesmo período de 2010, de 7,08%. Em 12 meses encerrados em novembro, o Sinapi apresenta alta de 5,79%, também abaixo dos 6,13% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que havia fechado outubro em R$ 805,67, passou, em novembro, para R$ 808,65, sendo R$ 445,35 relativos aos materiais e R$ 363,30 à mão de obra.
A parcela da mão de obra apresentou alta de 0,82% em novembro, acelerando em relação à taxa de 0,40% contabilizada um mês antes. Já os preços dos materiais subiram menos que em outubro, com o indicador passando de 0,36% em outubro para 0,01% em novembro.
 
Neste ano, a mão de obra acumula alta de 9,60%, enquanto os materiais têm elevação de 2,41%. Nos 12 meses finalizados em novembro, os preços subiram 9,67% e 2,85%, respectivamente.


Pressionado pelos reajustes salariais no Rio Grande do Norte e em Pernambuco, o Nordeste teve a maior alta de preços entre as regiões brasileiras de outubro a novembro (0,95%) em novembro. A menor variação foi verificada no Sudeste (0,01%). No Centro-Oeste, no Sul e no Norte, os aumentos foram de 0,74%, 0,06% e  0,11%, respectivamente.
Fonte: (Francine De Lorenzo | Valor)